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Tailândia: Um tour pelas paradisíacas ilhas Phi Phi

Saiba como é o tour de 1 dia pelas ilhas mais famosas do sudeste asiático


O passeio mais procurado para quem vai às praias da Tailândia costuma ser as Ilhas Phi Phi. Algumas pessoas ficam hospedadas na ilha, porém outras ficam no continente e procuram o "one day tour" para visitar as principais atrações. Eu não gosto desse tipo de tour com tempo controlado e cheio de turistas, mas como eu tinha apenas este dia para conhecer Phi Phi, optei pelo passeio de speed boat.



COMO FAZER O TOUR?

A melhor época do ano para visitar as Ilhas Phi Phi é de dezembro a fevereiro, quando chove menos. Qualquer agência ou estande de turismo de Krabi/Ao Nang oferece esse tour. O preço varia de 1.400 a 2.000 baht. O dia começa com o motorista da agência buscando os clientes de hotel em hotel, por volta das 8h00, para levar até Ao Phra Nang Beach, a praia ao norte de Ao Nang de onde saem os speed boats para as ilhas Phi Phi. Chegando lá, cada cliente é dividido por barcos de acordo com seu pacote. Todos recebem pulseiras para a identificação de sua agência. Eu fiz com a agência Sea Eagle Tour

Escritórios improvisados são montados por cada agência na areia da praia


A praia de Ao Phra Nang Beach é a menos badalada da região, com areia escura


Antes de receber a pulseira de identificação, é feito o pagamento da taxa de acesso às Ilhas Phi Phi que custou 400 baht (dezembro/2016). Depois de todos prontos e identificados, cada guia se apresenta e indica o número do barco. Todo o grupo segue andando até o ponto de ancoragem para a partida do speed boat. Os barcos partem quase juntos, isso é um ponto negativo desse tipo de tour pois as atrações ficam sempre lotadas no mesmo horário.

Os barcos saem quase no mesmo horário para o tour no cais Nopparat Thara


O tour de grupo possui cerca de 30 pessoas no speed boat


O arquipélago de Phi Phi é composto por Bamboo, Phi Phi Don e Phi Phi Lee como ilhas principais. O caminho até as ilhas já merece uma atenção especial pelas formações rochosas diferentes. Sentei na parte da frente do barco e acabei conhecendo uma família iraquiana que morava na Finlândia e um ucraniano (fiz algumas perguntas sobre esse país que seria meu destino em breve).

O barco passa com inúmeras formações rochosas exóticas


A Chicken Island passa à esquerda do itinerário e é possível ver sua forma de galinha


BAMBOO ISLAND

A primeira parada foi de 40 min nesta ilha cheia de galhos e troncos de árvore. A impressão que eu tive é que passou um tsunami ali. As águas são bastante transparentes e a areia bem clara, mas não consegui ficar parado e segui caminhando pelo litoral para conhecer a ilha.

A ilha possui árvores e galhos caídos por todo o litoral


A transparência da água impressiona


Deixei a praia badalada para trás e fui explorar o litoral da ilha


Neste ponto a praia estava mais deserta, apenas alguns barcos ancorados


SNORKELING

A próxima parada do barco foi uma das mais mais divertidas. O barco pára próximo a corais na encosta da ilha Phi Phi Don e o guia distribui máscara e snorkel (inclusos no tour) para quem deseja entrar na água. Não saber nadar não é problema, para quem tem dificuldade na água são oferecidos coletes salva-vidas. A atividade dura 40 minutos aproximadamente. 

A água é calma e com boa temperatura


A região que o barco pára é rica em corais a 5 metros de profundidade em média


Eu não me contentei em ficar apenas olhando na superfície e fui dar uns mergulhos


Peixes de todas as cores e tamanhos podem ser observados


A transparência da água facilita fazer algumas filmagens e fotografias com a GoPro


Além dos peixes, é interessante observar as plantas subaquáticas


MAYA BAY

Depois do mergulho, o barco segue para aquela que talvez seja a mais esperada de todas as atrações do tour. A praia de Maya Bay é considerada a mais bonita de toda a Tailândia e foi cenário do filme A Praia (1998), com Leonardo DiCaprio. A baía fica na ilha Phi Phi Lee e não há moradores naquela praia, porém é uma das mais movimentadas devido à sua fama. Para quem está hospedado em Phi Phi Don, se recomenda pegar um barco antes das 8h da manhã para conseguir visitá-la ainda deserta.

Ao entrar nas águas da baía é possível entender porque a praia é considerada tão bela


Uma espécie de cobertura natural é formada entre as faixas de areia


A lendária praia vive lotada de turistas do mundo todo


A melhor maneira de se afastar da multidão é entrando nas suas águas cheias de pedras


Alguns barcos privados nem chegam na areia e conseguem certa privacidade


O "paredão" característico que forma o cartão postal de Maya Bay


PILEH LAGOON

Depois de sair da maravilhosa Maya Bay, o speed boat faz uma passagem por um lugar parecido em beleza. A Lagoa Pileh possui um efeito impressionante, porém o barco não faz nenhuma parada para mergulho. Serve apenas para ver, babar e, no máximo, tirar algumas fotos legais.

A cor verde turquesa e a transparência das águas de Pileh Lagoon


VIKING CAVE

A próxima atração é a mais "esculachada" de todas. Os barcos apenas passam por esta caverna sem parar e a única coisa possível de se ver são varas, andaimes e lonas. Parece um grande canteiro de obras e nada mais. Na verdade, a Caverna do Vinking, como seu nome sugere, possui pinturas rupestres que teriam sido feitas por viajantes vikings há muito tempo atrás. 

O barco segue pelas encostas erodidas de Phi Phi Lee


Tudo parece meio improvisado e pouco preservado nessa caverna


A caverna não está aberta ao público e o que tem em seu interior eu considero um mistério pois é difícil de achar até no Google. Após pesquisar bastante, achei a foto abaixo, mas sem muita segurança da veracidade (créditos da imagem: MDPI).

Pintura de Tham Phrayanaga/Viking Cave


O máximo que se pode ver da Viking Cave é essa imagem


PHI PHI DON

O almoço está incluso no tour e acontece num restaurante em Phi Phi Don, na praia de Ao Tonsai. É dada apenas 1 hora para o almoço, eu achei pouco tempo pois queria conhecer a ilha. Tentei seguir até o View Point, lugar mais alto e que serve de mirante para as duas praias. Na verdade, este é um ponto de evacuação em caso de tsunami. 

Salão aberto do restaurante


O almoço foi self service com boa comida (macarrão e frango)


Praia de Ao Tonsai na ilha Phi Phi Don. Ao fundo está Phi Phi Lee


A pequena Phi Phi Don e suas pousadas


Pequena rua de comércio


MONKEY BEACH

Depois do almoço, o barco seguiu para a Monkey Beach que possui esse nome pela grande quantidade de primatas existentes. Apesar desses macacos estarem acostumados com o ser humano, vale ficar atento com três coisas: 1) não alimente animais selvagens; 2) cuidado que, se eles se sentirem ameaçados, podem morder; e 3) cuidado com seus pertences pessoais, eles podem pegar sua câmera, por exemplo, e sair correndo (ou subindo em galhos).

Para quem está hospedado na ilha o jeito mais comum de visitar a Monkey Beach é de canoa


A praia está repleta de macacos que fazem a festa da turistada


RETORNO

O passeio chegou no final e a volta para o continente demora cerca de 45 min. Enquanto isso, foi distribuído um lanche composto de frutas como abacaxi e melancia. O tour também disponibilizou garrafas de água o tempo todo. Este tipo de passeio só vale a pena para conhecer os lugares, não dá para relaxar nas praias com o tempo curto, mas foi o ideal para o tempo que eu tinha em Krabi. Por volta das 16h o speed boat estava de volta à praia de Ao Phra Nang. Eu ainda teria um tempo para tentar chegar no meu próximo objetivo: o Templo do Tigre.

Abacaxi e melancia para matar a fome no final de tarde


MEU ROTEIRO

Anterior: 4 ISLANDS

Roteiro completo: MISSÃO TAILÂNDIA-CAMBOJA

Próximo: TEMPLO DO TIGRE



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Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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