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Turquia: O início de uma aventura no oriente

Traslado do Brasil até a Turquia, passando pelo aeroporto de Londres na Inglaterra


Setembro de 2013... não haveria período melhor para se visitar a Turquia: época de manifestações populares (tanto no Brasil quanto na Turquia que, afinal, foi a precursora), Dólar e Euro subindo vertiginosamente e,  para completar, os EUA ameaçam intervir nos conflitos da Síria (vizinha da Turquia). O governo sírio, por sua vez, afirma que se isso acontecer os americanos e todos os países que apoiarem a intervenção seriam penalizados severamente. É lógico, pára-raios de aventuras como sou, a Turquia estava apoiando essa possibilidade!

Notícias das tensões na fronteira da Turquia


AINDA NO BRASIL A AVENTURA JÁ HAVIA COMEÇADO

Comprei a passagem com antecedência para o dia 7 de setembro, o dia de nossa independência. Após uma rápida reação do Gigante Brasileiro contra o nosso sistema político corrompido, no mês de junho, os meses subsequentes começaram a esfriar devido a estratégia de “se criar o caos para afastar o povo e as famílias das ruas”, estratégia até então bem executada pelos Black Blocs, uma espécie de tropa SA do governo.

Setembro tinha tudo para ter voltado ao normal, com o Gigante novamente descansando em berço esplêndido... se não fosse uma mega manifestação organizada para o Dia da Independência (sim, logo no dia do meu embarque). Possibilidade de vias fechadas, inclusive do aeroporto! Mas... até que não foi tanto... tiro, porrada e bomba nos padrões PMRJ x Black Blocs no Centro do Rio e nada mais. Tirando o embarque no péssimo Terminal 1 do Aeroporto Internacional Tom Jobim (quase acreditei que os Black Blocs passaram por lá), consegui embarcar conforme o previsto, num vôo da British Airlines, rumo ao oriente!

Decolagem rumo à Turquia


CONEXÃO NA TERRA DA RAINHA ELIZABETH

O confortável vôo da British, com direito a boa comida e garrafinhas de “red/white wine”, fazia conexão em Londres. Ao desembarcar pelo finger os passageiros foram direcionados diretamente para uma fila única para os que estavam em Connection Flight. Interessante observar quantos funcionários e até mesmo passageiros são indianos... e daqueles tradicionais às antigas religiões: o Hinduísmo e o Sikhismo.

Aproximação aérea da cidade de Londres


Funcionário sikhi com seu tradicional turbante


Essa fila levava a um controle rápido de passaporte (sem carimbar nada) e um controle de bagagem de mão. Como não podiam entrar líquidos, eu tive que me desfazer de uma garrafinha de vinho que eu havia economizado no avião. Me desfiz do vinho oralmente, é claro!

Conexão tranquila pelo aeroporto Heathrow de Londres


Não houve retirada de bagagem e a mesma seguiu direto à próxima aeronave. Depois do controle, há outro controle, dessa vez para o salão de embarque. De novo raio-x, tira cinto, tira bota, etc... Ainda tem uma maquininha no final para votar sobre o atendimento...


CHEGADA EM ISTAMBUL

Depois de mais algumas horas de vôo, dessa vez com direito a notícias das manifestações no Brasil transmitidas num vídeo da BBC, na telinha do avião, enfim solo turco!

Com um fuso horário de 6 horas a mais do horário de Brasília, a chegada foi próxima da meia noite. Já na fila de controle de passaporte, observei a chegada de um povo com roupas bastantes exóticas, que só depois fui descobrir, já na esteira de bagagens, que se tratava de um vôo proveniente do Iraque. Lógico que me afastei rapidamente daquelas bagagens, vai que uma delas faz tic tac... rs.

Chegada junto com um vôo vindo de Bagdá


No controle de passaporte, nada foi perguntado, nada foi dito, e o indivíduo logo carimbou meu passaporte e me deixou seguir. Nessas horas é bom ser brasileiro, pois na Turquia não é necessário visto para nós. Dica para que tem cidadania europeia: apesar de Istambul estar localizada na entrada da Europa, a maioria dos países estão sujeitos a cobranças por visto, consulte! É melhor o passaporte azul por lá...


COLOCANDO EM PRÁTICA O ROTEIRO

Ao passar pelo portão do desembarque o primeiro contato com Istambul e sua gente: Mulheres com lenços cobrindo o rosto e mulheres de short curto, lado a lado, a cultura islâmica e os tempos modernos. Eu diria até que a Turquia é o Brasil do mundo Islã.

De acordo com meu roteiro, o próximo passo seria cambiar Liras Turcas, a moeda local. Para essa viagem eu trouxe Euro e um pouco de Dólar, pois Real não se aplica por aqui. O que valia mais a pena era sacar nos caixas ATM do aeroporto. Saquei uma quantia suficiente para alguns dias. Nessa época a Lira Turca estava em torno de R$ 1,20 cada unidade.

Pernoite no aeroporto de Istambul


Agora o pernoite. Como já era 01h00 da manhã e eu estava apenas de passagem por Istambul pois na noite seguinte já teria que estar a caminho da Capadócia, percebi que me hospedando não seria nada econômico, principalmente por causa do deslocamento por táxi. O metrô é uma ótima opção, pois liga vários pontos chaves da cidade, mas só funciona de 06h00 a 00h00. Mais detalhes de transporte em Istambul falarei em Dicas de Transporte na Turquia

Como sono é um item que nunca faltou dentro da minha mochila, estendi o isolante térmico num cantinho do aeroporto, cobri o rosto com o chapéu e esperei ao lado de Morpheus o meu relógio despertar às 06h00 o embarque no metrô para o primeiro dia de missão efetiva!


MEU ROTEIRO

Roteiro completo: MISSÃO TURQUIA



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Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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