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3 casos polêmicos de sexo com comissárias de bordo em viagens

Quando o sexo e a diversão dividem o serviço de bordo nos aviões comerciais




Viajar por longas horas dentro de um avião pode ser bem monótono e cansativo, mas nem para todos. Veja abaixo casos escandalosos de sexo envolvendo comissárias de bordo que chamaram a atenção da mídia internacional:


1) SERVIÇO DE SEXO NO BANHEIRO DO AVIÃO

Comissária faturou R$ 4 milhões em seus vôos


Seguindo o dito popular de "contar o milagre mas não o nome da santa", o jornal árabe Sada divulgou que uma comissária de bordo de uma empresa aérea do Oriente Médio faturou o equivalente a R$ 4 milhões fazendo sexo com passageiros em banheiros de aviões. O voo fazia o trecho entre EUA e países do Golfo Pérsico.

Segundo o jornal, a comissária teria sido demitida após ser flagrada fazendo sexo com um passageiro. Após investigação, descobriu-se que a comissária já atuava há 2 anos nessa atividade sexual e  que cobrava cerca de R$ 8.000 por serviço nas alturas. Outra informação é que a mulher era de origem ocidental e foi deportada.


2) AS COMISSÁRIAS DA CAFETINA JAPONESA

Escândalo de comissárias japonesas que fazem sexo com pilotos por dinheiro


Depois do caso em que a companhia aérea japonesa Skymark recebeu críticas por causa do novo uniforme das suas aeromoças: uma mini saia sensual, o tablóide Shukan Post revelou outro escândalo. Foi divulgado (sem divulgar os nomes dos envolvidos e da agência) que uma comissária de bordo japonesa fazia o papel de cafetina e marcava encontros de outras comissárias com pilotos. Cada programa custava entre 40 e 80 mil Ienes (¥), o equivalente a 1.400 e a 2.600 reais.

Para combinar sexo com as comissárias, os pilotos tinham uma linguagem de sinais, que era usada durante a reunião pré-voo. Quando o piloto levantava 4 dedos em direção ao rosto, estava sinalizando que pagaria ¥40 mil pelo programa.

O caso chegou no Ministério do Trabalho japonês que atribuiu isso à baixa remuneração anual da profissão das comissárias que, para a idade entre 25 e 29 anos, caiu de ¥4,98 milhões em 2004 para ¥3,91 milhões em 2013.


3) A COMISSÁRIA DESINIBIDA QUE ESCREVEU UM LIVRO

A ex-comissária de bordo em Cape Town, Africa do Sul


A britânica Mandy Smith resolveu contar em um livro chamado Cabin Fever (Cabine fervente) as suas loucuras sexuais em viagens. Ela foi comissária de bordo de voos internacionais da Virgin Atlantic Airways, é... e não tinha nada de Virgin! 

Capa do livro Cabin Fever


Além de contar como era fazer cabine de avião durante voo, ainda revelou outras situações picantes em seu livro:  

- Quando estava descansando à beira de uma piscina em hotel cinco estrelas de Dubai (Emirados Árabes Unidos), Mandy foi abordada por um homem com uma garrafa de Dom Pérignon. Era um bilionário. "Sou Mahir Asker, e adoraria sair com você esta noite". E eles saíram. Passaram a noite navegando em iate luxuoso pelo Golfo Pérsico, com banquete de lagosta, caviar e salmão. Fizeram sexo e acabou ali.

- "Nada supera o hotel Intercontinental, em Johannesburgo" (África do Sul), contou Mandy. "Com altitude de 1.800 metros, a bebida vai direto à sua cabeça. Fazíamos festas épicas no hotel. Uma vez, um comissário jogou um sofá pela janela. Eu sempre levava algumas peças picantes comigo, minha mala era uma sex shop ambulante", acrescentou.

- No aeroporto de Gatwick (Londres) a caminho de Las Vegas (EUA), Mandy conheceu um médico. "Estava convencida de que tinha conhecido o meu marido", escreveu. Não era. "Depois de uma noite de sexo maravilhoso, quando acordei na manhã seguinte percebi que ele tinha ido embora", lamentou. 

- "Do Caribe à África do Sul, eu tinha um cara em cada porto", escreveu Mandy. "Meu ponto preferido era Barbados, onde havia um clube cheio de caras gostosos. Em uma noite de bebedeira, vi um time de rúgbi confraternizando em uma longa mesa. Subi nela e derrubei os drinques deles um a um. Mais tarde, de volta ao quarto de hotel, a banheira desabou porque havia muitos jogadores convidados para a diversão nela", relatou.

Mandy, aos 41 anos, está agora casada com Glenn, um ex-jogador profissional de rúgbi!


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Sobre o autor

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Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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