Le Figaro lista 8 lugares pouco visitados pelos turistas no Brasil

O nordeste se destaca na seleção do jornal francês



O jornal francês Le Figaro fez uma seleção do que chamou de "oito santuários pouco conhecidos no Brasil". Na lista de lugares, cinco estão no nordeste, dois no Norte (Pará) e um no sudeste (Minas Gerais). Veja abaixo os lugares citados pelo jornal francês:

1 – Arquipélago de Fernando de Noronha



A ilha localizada a 710 Km de Fortaleza foi uma antiga base militar e é hoje uma área de preservação ambiental. Com praias de areia fina e natureza virgem, o fundo do seu mar é impressionante e faz a alegria dos praticantes de mergulho. Também é um santuário de tartarugas e golfinhos. Possui vôos regulares que saem da maior parte das grandes cidades e já atraiu biólogos como Charles Darwin desde o século 19. A permanência na ilha é controlada e se cobra uma taxa de preservação ambiental.


2 – Parque Nacional da Chapada Diamantina



A Chapada Diamantina foi declarada parque nacional em 1985 e este nome faz referência à formação geológica específica do lugar e à "corrida de diamantes" ocorrida no século 19. As montanhas de contornos circulares formam superfícies planas no topo de onde se pode admirar uma vista panorâmica sobre a região nas diversas trilhas. Localizada no interior da Bahia, esta reserva natural se estende por 1520 Km quadrados. Outra característica particular é a cor avermelhada de seus riachos. Para mais informações da Chapada, acompanhe a aventura Missão Chapada Diamantina neste blog.


3 – Ilha de Marajó



Localizada na junção do Rio Amazonas com o mar, num delta onde as águas do rio se misturam às dos riachos e se aproximam da maior ilha cercada de água doce do mundo. Guarás vermelhos, papagaios, anacondas, flamingos rosas e até mesmo uma raça nativa de cavalos, os marajoaras, são típicos nesta ilha coberta em parte por uma floresta tropical de difícil acesso. A ilha também é rodeada de praias.


4 – O maior museu do mundo a céu aberto: Inhotim



Museu que mistura arte contemporânea e jardim botânico e necessita de mais de um dia para ser visitado. Numa área de 120 hectares, perto da cidade de Brumadinho, a 400 Km do Rio de Janeiro, ele possui um centro de pesquisa, um hotel e vários restaurantes.


5 – Canyon do Xingó



Localizado no estado de Sergipe, o Canyon do Xingó tem importância histórica devido a achados arqueológicos de 8.000 anos dos antigos habitantes da região. Outra atração é passear entre as falésias e as paisagens impressionantes do Rio São Francisco. Várias ilhas menores são acessíveis subindo o rio. A cidade de Piranhas é considerada patrimônio mundial da Unesco pela sua arquitetura.


6 - Alter do Chão



A pequena cidade de Alter do Chão, no estado do Pará, é considerado um paraíso de praias de areia branca às margens de uma lagoa de águas turquesa. Situada no Rio Tapajós, um afluente do Amazonas, ela foi fundada no século 17 por um colonizador português. Cada ano, a cidade celebra a festa do “sairé”, em referência aos botos cor de rosa, que acontece na segunda semana de setembro e atrai muita gente. Festas folclóricas são exibidas, além de um duelo coreográfico para os habitantes, divididos entre dois clãs.


7 - Parque Nacional da Serra da Capivara



O Parque Nacional da Serra da Capivara, situado na região nordeste, é um testemunha dos mais antigos moradores da América do Sul. Desde 1991 é considerado patrimônio mundial da humanidade pela UNESCO devido suas pinturas rupestres, datadas de 25.000 anos. O local mais conhecido é a Pedra Furada, famosa por suas pinturas mas sobretudo por seu arco, uma consequência das mudanças geológicas. O parque possui mais de 300 sítios arqueológicos, os quais se encontram em escavações.


8 - Arraial d’Ajuda



Localizada ao sul de Porto Seguro, na Bahia, está a pequena cidade de Arraial d’Ajuda, com suas praias de areia fina. Com duração aproximada de 1h30 de vôo a partir do Rio de Janeiro, nesta área ainda é preservada a mata atlântica. Lá estiveram os primeiros jesuítas europeus no Brasil que solidificaram a religião cristã na região. Da arquitetura dessa época sobraram a igreja colonial e casas antigas que testemunharam este passado neste vilarejo de praia atual.



Veja a reportagem do Le Figaro no link abaixo:




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Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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