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PIRIÁPOLIS

A cidade do enigmático Piria



Amanheceu e parti para Piriápolis. Antes passei no terminal de Punta e já comprei a passagem para Montevidéu, pela noite. A estrada é perfeita, só se tem que atentar para a fiscalização eletrônica.
A cidade possui este nome em homenagem ao seu fundador, Francisco Piria. Segundo a lenda, Piria teria sido iniciado pelo seu tio, um monge jesuíta, nos mistérios da alquimia, ciência que busca a transmutação da alma e dos metais.
Piria desejava batizar a cidade como Heliópolis (A cidade do Fogo). Este nome seria devido à cidade aonde renasce a ave Fênix, símbolo do renascimento físico e espiritual, que ressurge do fogo, assim como o trabalho da alquimia.

CERRO SAN ANTONIO

Ao chegar, já segui subindo o Cerro San Antonio, que dá pra subir de carro. Na subida parada para fotos na Estátua de Nossa Senhora e na Fonte da Fênix. Lá em cima do Cerro se pode fotografar a cidade de Piriápolis por completo. Mais fotos na Capela de Santo Antônio e da vegetação local.

 Subida do Cerro Santo Antônio

Gruta da Fênix

Estátua da Fênix na entrada da gruta

 Estátua de Nossa Senhora na subida do Cerro San Antônio

Alto do Cerro San Antonio

Dentro da Capela de San Antonio

Visual de Piriápolis a partir do alto do Cerro San Antonio

 Vegetação exótica no alto do cerro

Cactus espinhoso e belo do Cerro San Antonio

FONTE DE VÊNUS

Desci o Cerro e fui tentar descobrir onde era a Fonte de Vênus, outro ponto turístico. Seguindo os mapas que eu havia impresso do Google Maps, não foi tão difícil.
Esta fonte é uma cópia exata de um templo grego existente na Villa Paravicini, na Itália, e de outro em Versailles, na França. Diz a lenda que Francisco Piria teria ordenado sua construção no início do século XX, após ter visto a fonte original na cidade italiana.

A Fonte de Venus

Estátua de Vênus

Simbologia em cada elemento da fonte
 
Na fonte, parada para fotos e para o almoço. É um lugar bem tranquilo para um "piquenique". Peguei meu PF de macarrão com frango que eu comprara no dia anterior no supermercado, ainda estava gelado porque eu não tinha local para esquentar, e comi assim mesmo! Muito bom!
 
Estão servidos?

PRAIA DE PIRIÁPOLIS

Depois fui conhecer o litoral, pela Rambla Argentina como é conhecida (rambla=calçadão) e fotografar as construções antigas como o Argentino Hotel, local onde Piria realizava tratamento com as águas medicinais da região. Outro destaque é o Hotel Colón com sua arquitetura de estilo alemã, logo no início da rambla, sendo considerado um dos cartões postais da cidade.

Hotel Colón

 Rambla Argentina
 

Argentino Hotel

CASTELO DE PIRIA

Na quinta rua depois do Hotel Argentino, chamada Av. José Gervásio Artigas, segui direto até o Castelo de Piria, o fundador da cidade e que deu o seu nome. Fica no Km 5 na Ruta 37. O castelo estava fechado para visitação, então só fotografei de longe, com o zoom da máquina.

Castelo de Piria

NA TRILHA DO CERRO PAN DE AZUCAR

Seguindo a mesma estrada, a Ruta 37, alguns quilômetros a frente e cerca de 20 min de carro a partir do centro, tem uma entrada na esquerda para o Parque do Cerro Pan de Azucar. A entrada é franca e possui uma trilha para o cume do morro que dá nome ao Parque.
Início da trilha para a montanha
 
 Área de preservação de espécimes

Tudo junto e misturado, convivendo em harmonia

O veadinho desconfiado

Já eram quase 14h quando iniciei a trilha para o cume do morro. A trilha é tranquila e sinalizada para ninguém se perder. A duração da trilha varia de 40 a 90 min, dependendo da disposição da pessoa. Ao chegar lá em cima, se pode ver Piriápolis, Punta Balena e Punta del Leste, muito show!
  Início da subida pelas pedras
 
 Espécie de escada talhada nas pedras
 
Bem ao fundo, a pequena Piriápolis
 
Já avistando a cruz no cume do "cerro"

No cume do morro, existe uma cruz de 35 metros de altura com uma escada interna. Logo na porta da escadaria havia uma espécie de maribondo! Combati e venci o inseto, conseguindo subir a cruz.
Na volta, correndo um pouco para não perder o pôr-do-sol em Punta Balena, acabei perdendo a peça que fixa minha máquina no tripé. Tive que fazer uma gambiarra mais tarde, com liga de borracha. A missão não pode parar.

 De encontro com a cruz na chegada da trilha
 
 Cruz de 35 metros de altura
 
Escada em espiral no interior da cruz
 
 Porta e janelas

 No alto da cruz, as marcas de pessoas que passaram por ali

 Janela em forma de cruz
 
Do alto, a vista de Punta Balena e de Punta del Leste (ao fundo)

Vista de Piriápolis no alto da cruz

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Sobre o autor
Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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